sábado, 16 de agosto de 2008

Solitária!


As noites são frias,por mais que o cantar das cigarras me entre nos ouvidos.
São sozinhas mesmo que esteja rodeada de uma multidão.
Fria e só assim me sinto enquanto,espero impacientemente que me agarres ás minhas fragéis costas.
Estar em pleno,só quando te encontro,nos lençóis frio os teus braços quentes que me protegem da solidão e de todos os medos que me invadem.
Saudades da voz que me embarga a mente,saudades do teu olhar que me despe a alma.
Saudades de tudo e de nada pois,a mente tudo distorce,corrói mas,também tudo cria e tudo transforma!

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